Evento – FGV Direito SP – Criptografia e Direito: Uma Perspectiva Comparada

Criptografia e Direito: Uma Perspectiva Comparada

O Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação (CEPI) da FGV Direito SP, nesse 05 de dezembro, realizou o evento de divulgação dos resultados da pesquisa “Criptografia e Direito: uma perspectiva comparada”, desenvolvida nos anos de 2017 e 2018 pelo CEPI. A pesquisa buscou mapear o debate internacional sobre acesso a dados criptografados por autoridades de investigação e privacidade.

Foram apresentados os dois principais produtos da pesquisa: a Criptopédia e o CryptoMap, site e mapa interativo que compilam de forma prática os 40 países estudados. Conheça: CriptoMap (http://www.fgv.br/direitosp/cryptomap/).

Em seguida, foram realizadas duas mesas de debate sobre o tema com especialistas: uma focada nos resultados da pesquisa e impactos nacionais e internacionais das possíveis e regulação; e outra sobre possíveis encaminhamentos do debate.

O professor da FGV Direito SP, Alexandre Pacheco, deu início aos trabalhos com a  apresentação inicial dos resultados da pesquisa “Criptografia e Direito” e dos expositores pesquisadores.

Na Mesa 1, tratou-se da Regulação da Criptografia: impactos nacionais e internacionais.

Os palestrantes, Paulo Rená (IBIDEM), Veridiana Alimonti (Electronic Frontier Foundation), Ramon Santos (Pereira Neto Macedo Advogados), trataram, assim, do tema, refletindo sobre casos ocorridos no mundo e no Brasil. Então, remeteram ao caso do ex-analista da NSA (Agência Nacional de Segurança), Edward Snowden, com os vazamentos  de informações sensíveis, bem como o caso ocorrido no Brasil sobre o bloqueio do WhatsApp por determinação judicial. O ponto alto da exposição foi a reflexão de que o assunto acerca da regulação do assunto não deve ser tratada isoladamente, mas, sim, em toda uma conjuntura global, com a participação de diversos atores internacionais. Nesse panorama, expuseram ainda que órgãos de segurança, como o FBI, solicitaram às empresas digitais a flexibilização da criptografia com o pretexto de combater o terrorismo. Na realidade, diante disso, é preciso entender que deve ocorrer uma harmonização entre os direitos de privacidade e segurança, de modo que um não exclua o outro, mas tenham uma relação de soma. Finalmente, comentou-se sobre as legislações sobre proteção de dados que vêm sendo realizadas pelos Países, o que, no entanto, não excluem, como dito, uma análise maior, global. Os pesquisadores, assim, criaram verdadeiro dicionário sobre o tema, de modo que o desafio que se descortina sobre o projeto consiste em levar o projeto para fora dos muros da academia e atingir o grande público, conforme exposto por um dos palestrantes.

Já na Mesa 2, tratou-se: O Futuro do Debate: métodos alternativos de investigação e direitos fundamentais. Jacqueline Abreu (BFBM Advogados), Danilo Doneda (IDP), Anchises Moraes (C6bank).

Dentre as palavras dos expositores da última mesa, muito se destacou a reflexão sobre a possibilidade de uso do Hacking Governamental. Trata-se, assim, em apertada síntese, de questão política sensível, mais do que propriamente técnica ou jurídica. Seria possível, portanto, legalizar tal prática? O que seria preciso? Uma Emenda Constitucional? Um novo projeto de lei? Ponderação de Valores? Nota-se, então, que não há consenso certo a respeito disso. Por outro lado, temos a necessidade de diálogo entre os atores envolvidos, sem deixar de considerar que, na realidade, o problema seja mais de ordem política, cultural e institucional – p.ex., para o efetivo cumprimento do texto da lei.

Leitura Complementar

Jacqueline Abreu, além da palestra, também possui rica publicação em periódico científico a respeito da criptografia. Veja a seguir:

PASSADO, PRESENTE E FUTURO DA CRIPTOGRAFIA FORTE: DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E REGULAÇÃO

Jacqueline de Souza Abreu

Resumo

Os episódios recentes de bloqueio do WhatsApp no Brasil e de confronto entre Apple e FBI nos Estados Unidos retratam um cenário de embate entre Estados-nações e empresas que usam, em seus produtos e serviços, tecnologias de “criptografia forte” ¬— do tipo que não oferece um mecanismo de acesso nem quando o devido processo legal foi observado. A partir de análise da literatura especializada, este artigo investiga como se chegou a esse ponto e quais as questões regulatórias em jogo. Primeiramente, mapeia o histórico das chamadas “guerras de criptografia” nos Estados Unidos e no Brasil. A seguir, analisa se e quando existe um dever jurídico aplicável a empresas de construir sistemas de comunicação e armazenamento de dados que sejam passíveis de realizar quebras de sigilo sempre que seguido o devido processo legal. Por fim, discute questões de política pública em pauta nos debates sobre criptografia forte: os potenciais efeitos para segurança pública e a proposta de “acesso excepcional”. O artigo conclui que, no quadro jurídico em vigor, não é evidente a existência de dever jurídico de ter habilidade de quebrar sigilo para empresas de tecnologia e internet e que, no atual estado da técnica, o balanço de riscos, custos e benefícios da criptografia forte recomenda a preservação incólume dessa tecnologia.
Confira a íntegra do artigo aqui.
Boa leitura!

 

Evento: “A Ciência contra o Câncer”

Nessa segunda-feira, 24 de setembro, participei de evento do Instituto do Legislativo Paulista (ILP) em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (FAPESP) sobre “A Ciência contra o Câncer”.

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Foto por Public Domain Pictures em Pexels.com

Primeiramente, Leonardo Quintiliano, diretor-executivo do ILP, realizou a apresentação da Assembleia Legislativa do Estado de S. Paulo (Alesp), bem como do evento. Mencionou a Escola do Legislativo, como “braço do legislativo”, sendo o Legislativo aberto aos cidadãos, assim como a comunidade legislativa.

A seguir, Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente da FAPESP, também realizou agradecimentos e ressaltou a importância de trazer a comunidade científica para a Alesp. Frisou que a Ciência deve impactar a qualidade de vida e a Saúde, em prol do convívio social. O palestrante, assim, destacou que  o Câncer causa impacto econômico (custo / tratamento). E, então, agradeceu novamente aos palestrantes e ressaltou a relevância da parceria entre a Alesp e o ILP.

Adiante, divulgou-se o vídeo institucional da Alesp. O vídeo trouxe que as pesquisas buscam a melhoria da qualidade de vida; a melhoria dos tratamentos médicos; o desenvolvimento de novos medicamentos. Além disso, trouxe também que a pesquisa se aplica à agropecuária, ao estudo das doenças. Assim, frisou a relevância da parceria entre as universidades e o setor privado para o desenvolvimento de pesquisas. Frisou também que as empresas devem desenvolver tecnologia para a proteção do ambiente e da saúde. Finalmente, ressaltou o apoio que deve ser conferido às pequenas empresas empreendedoras, bem como às startups.

Roger Chammas (Faculdade de Medicina da USP), por sua vez, tratou do cenário sobre o Câncer no Estado de São Paulo. Frisou o impacto social da pesquisa no Estado paulista. Lembrou que passamos por momento de transição demográfica, com o envelhecimento da população e a necessidade de medicamentos para tratamentos de doenças.

Ressaltou, assim, a importância do estudo do câncer, com vistas à longevidade da população. Lembra que o câncer se trata da causa de mortes de paulistas, sendo a segunda ou terceira causa de mortes. Daí a importância de a comunidade científica ser sensível ao tema. E também a relevância do capital humano, para entender o cenário. Enfatizou, a seguir, a relevância da FAPESP, como agência de fomento de pesquisas, bem como de universidades como a USP e a Unicamp, onde o conhecimento científico é disponibilizado ao mundo, com excelentes trabalhos científicos. Informa, assim, sobre as parcerias com universidades de outros países, como a Harvard, nos estados unidos. Daí passa a dizer sobre a internacionalização da produção científica. Então, menciona linhas de pesquisa de interesse, a saber: 1) epidemologia/prevenção (oncologia molecular); e 2) inovação diagnóstica e terapêutica (pesquisas clínicas).

O palestrante, adiante, ressalta o impacto de 30 anos acerca dos estudos acima. Informa, assim, questões voltadas ao futuro. Tais como o emprego da tecnologia robótica, reduzindo o uso de tecnologia invasiva. Ou ainda, o uso da Tecnologia da Informação (TI), da Internet das Coisas, e da parceria com indústria farmacêutica para pesquisas clínicas. Além disso, ressalta o emprego das novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como o importante papel das pesquisas paulistas, da maior produção de pesquisas de qualidade/quantidade. Também atenta para a oportunidade para transferência de tecnologia em benefício da população. Então, informa sobre a necessidade de mais áreas científicas de pesquisas e também de mais áreas assistenciais, além da integração para compartilhamento de informações. Finalmente, atenta para um futuro promissor, com a atuação conjunta entre o SUS e o setor de Ciência, Tecnologia & Inovação, para buscar o desenvolvimento econômico social e suprir as necessidades do SUS.

Emmanuel Dias-Neto (Hospital do Câncer A.C Camargo), tratou sobre aspectos emergentes em câncer gástrico. Dentre assuntos tratados em sua palestra, importa trazer o emprego de novas tecnologias na Saúde. Tais como o uso do Big Data, da Inteligência Artificial e Data mining para entender/estudar o Câncer.

Maria Ignez Saito (Faculdade de Medicina da USP), tratou da prevenção e imunização do HPV. Ressaltou a importância da vacinação para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Além disso, ressaltou a importância de uma imprensa parceira que leve ao conhecimento público informações sobre as doenças, não só para os letrados, mas também para a população carente com difícil acesso à informação. Lembrou, então, que é de interesse uma população menos informada/instruída/crítica/educada, que seja, portanto, mais facilmente manipulada.

Daniela Baumann Cornélio (Ziel Biosciences), por fim, expôs considerações sobre um método de autocoleta de amostras para exame de HPV e outros indicadores de câncer de colo de útero. De tal forma, seriam realizados exames mais simples e efetivos e com baixos custos. A palestrante, por outro lado, destacou a importância de uma disciplina sobre empreendedorismo nas universidades e, além disso, do papel relevante das startups da saúde.

Finalmente, quando finalizadas as apresentações, indaguei sobre a questão de soberania na área de transferências de tecnologia e patentes na Saúde. Um dos palestrantes respondeu que de fato deve haver a nacionalização de produção de medicamentos, como os genéricos, para reduzir o déficit da balança comercial causado, entre outros, pela área da Saúde. Portanto, podemos dizer que o pesquisador científico Miguel Nicolelis acerta quando diz que devemos relacionar Soberania e Pesquisa Científica.

Para nós, em linhas gerais, diante disso, seria necessário um efetivo canal de comunicação e troca de informações entre entes e setores da administração pública, funcionando integrado e articuladamente, além da instituição de políticas públicas, bem como a criação de novas leis que abordem o tema.

Saiba mais sobre o tema:

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“Ao receber um diagnóstico de câncer de próstata, José Alberto de Camargo, então diretor de uma grande empresa de mineração, volta-se para a busca do melhor tratamento médico para seu caso e de informações que o ajudem a entender e combater a doença. Com co-autoria do jornalista Camilo Vannuchi, reúne um relato do autor-paciente e os dados sobre o assunto, oferecendo uma leitura elucidativa.” (Google Books)

 

ATUALIZADO – FIESP | 1o Fórum Digital Mídias Sociais e Suas Ferramentas

Por Nicholas Merlone
Atualizado às 21:30 – 17 abril / 2018

Estimada leitora, caro leitor,

Tive a oportunidade de poder participar deste evento (1o Fórum Digital Mídias Sociais e Suas Ferramentas) ocorrido ontem, segunda-feira, 16 de abril, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
Na ocasião, na abertura do evento, os apresentadores (Luiz Hoffmann e Alex Brunello) afirmaram que 92% das empresas se encontram nas mídias sociais, de modo que hoje não se faz negócios sem estar nas mídias/redes sociais. Na inauguração do evento, assim, se tratou do universo das mídias sociais. Como se modernizar a Indústria (Indústria 4.0) conectando-a com as mídias sociais, foi uma reflexão. Também se refletiu se as empresas estão preparadas para as novas tecnologias. Igualmente, se tratou do futuro do empreendedorismo, no que se refere à inovação nas mídias sociais e negócios.
 
Pois bem…

Papel, Negócios, Documento, Escritório 
Foto: Pixabay

Avante!
Na parte da manhã, Luís Fernando Bovo, diretor de projetos especiais do Estado de S. Paulo, responsável pelo Media Lab (projetos especiais de publicidade), expôs algumas reflexões e trocou algumas ideias com relação às mídias sociais, dentre outros assuntos, quanto ao conteúdo e ferramentas para trabalhar as mídias/redes sociais.
Bovo lembrou que o Jornal existe a 143 anos. Daquela época até hoje, chegou-se ao universo digital. Nesse panorama, segundo ele, é preciso se reinventar, se abrir para novos paradigmas, como o mobile. Fato, hoje, muitas pessoas acessam a internet e as mídias sociais, por meio de celulares (smartphones). Como resultado, é preciso trabalhar dobrado, reflete.
O jornalista reforça, assim, que a marca precisa dialogar com o mundo digital, que o conteúdo deve ser relevante para gerar lucro.
No que se refere às Tendências do Mundo Digital, demonstrou que o Mundo Digital impactou a vida de todos, afetando a forma de nos relacionarmos em diversos ambientes (p.ex.: a questão do uso de celulares nas escolas etc.).
Bovo lembra que, realmente, utilizamos o digital para tudo, o tempo todo. No universo digital, pode-se pedir uma pizza, começar um namoro, ler notícias, estudar… Tudo, inclusive, com o problema das Fakes News, uma realidade hoje.
Além disso, o palestrante também aponta a forma como nos comunicamos com as marcas e como as marcas se relacionam com o cliente.
Quanto às fake news, novamente, lembra do Impeachment da ex-presidente Dilma, em 2016. Na ocasião, 03 de 05 notícias veiculadas nas redes eram falsas, conforme Bovo.
Igualmente, lembra das mídias antigas: Tv, Rádio e Jornal. Neste momento, aponta uma curiosidade interessante. Lembra da edição do Estado de S. Paulo de 19 de abril de 1912 [na verdade, 20 de abril – Errata]. Quando o Jornal trouxe como matéria de capa o naufrágio do Titanic.

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20/04/1912

O naufrágio do Titanic

Fonte: Acervo | Estado de S. Paulo

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Bovo, então, afirma que as informações não se sabe bem de onde vêm, as redes sociais dificultam saber a origem das informações. Surge, com isso, um problema. Quanto às fake news, hoje, foge do controle. Quem controla? Quem poderia ser processado? São perguntas que o palestrantes problematizou.
Por outro lado, o jornalista disse que o conteúdo está em vários lugares, desde sites até as mídias/redes sociais. Indicou que antes se trabalhava menos, diferente de hoje, num novo ambiente, que demanda esforço contínuo. Ocorre, assim, segundo ele, uma transformação em todas as áreas, desde a produção de conteúdo até a formação dos profissionais.
Bovo, a seguir, problematiza: “Como ter engajamento sem perder a relevância?” – E responde logo adiante: é preciso se identificar com a causa.
Desse modo, afirma que o Jornalismo requer método. É preciso checar os fatos, confirmá-los, apurá-los, e verificar seu conteúdo. Assim, o leitor poderá reconhecer relevância. Da mesma forma, deve-se também notar a importância do conteúdo para a marca.
Então, o palestrante lembra que há diversos canais para a distribuição do conteúdo, várias redes, focadas em determinados e diferentes públicos, de modo a se dever atentar para a linguagem adequada de cada público.
De tal sorte, ressalta a importância de se monitorar as redes sociais. Isso porque informação é poder e, assim, conhecer o seu público pode possibilitar melhor conteúdo para ele e, obviamente, resultados benéficos para o veículo de notícias.
Refletiu, ao final, o papel do Jornalista do Futuro, que deve, sem dúvida, acompanhar as mudanças que estão ocorrendo no mundo. É preciso, então, adaptar-se às céleres mudanças, compreendendo os cenários global e de mídias/redes sociais, para intervir com propriedade nesses contextos e fazer a diferença.

Finalmente, tive a oportunidade também de assistir e participar de ricas Oficinas. Tais como: 1) Oficina Anatomia de um post: da criação ao gerenciamento – por Clarice Freire; Felipe Decker; e Mayara Beividas; da Agência Babushka; 2) Oficina de produção de vídeosGiovana Vaz, Coordenadora de Produção Audiovisual na FIAP; 3) Oficina Como utilizar o Linkedin para impulsionar seus projetos e negóciosCarla Falcão, Palestrante Especialista em Mídias Sociais.

EVENTO: Direito e Desenvolvimento e Liderança

Direito e Desenvolvimento Rio de Janeiro
No dia 10 de agosto, Carlos Ari Sundfeld inaugurou o evento com boas vindas e a apresentação do curso, ministrando a Aula: Como Tomar Decisões Jurídicas Públicas em um País em Desenvolvimento?

No dia 11, pela manhã, Guilherme Dominguez abordou: Direito e desenvolvimento no controle judicial de políticas públicas: debatendo o caso das cotas nas universidades federais e fornecimento de medicamentos pelo Estado.

Pela tarde, Sandra Betti tratou sobre: Liderança Transformadora: Quais são as competências indispensáveis de uma boa liderança? Depois disso, Letícia Piccolotto Ferreira abordou: Dinâmica sobre Perfis e Competências do Líder.

Já no dia 12, pela manhã, Guilherme Dominguez tratou: Direito e desenvolvimento no Direito do Trabalho: novas tecnologias e antigas regulações, como decidir? Ainda pela manhã, Caio Longhi abordou: Direito e desenvolvimento no direito econômico: inovações disruptivas e as novas interações entre público e privado. Estudo de caso do Uber.

Enquanto isso, no dia 12, pela tarde, Paulo Tafner palestrou sobre: Reforma da Previdência: O que os números nos dizem; e reformar para quê? E Vinícius de Bragança Muller e Oliveira: Afinal, o que é Liderança Adaptativa?

Resumo da Ópera: O evento foi sensacional com apresentações dos palestrantes altamente enriquecedoras. Os palestrantes trataram sobre os temas de modo simples e didático a ser acompanhado pelo público, sem deixar, no entanto, de aprofundá-los. Realmente, valeu a pena! Os jovens que o acompanharam puderam perguntar, tirar suas dúvidas e interagir com os palestrantes e entre si. Finalmente, um recado: Jovens, envelheçam rápido!, como dizia o bom e velho Nelson. Mas não deixem de aproveitar os Anos Dourados!

FIESP | Óleo & Gás – 09/05/2018

Também tive a oportunidade de assistir à palestra sobre Óleo & GásnaFiesp, neste dia 09 de maio.
Refinaria De Petróleo, Petróleo

Na ocasião, Dirceu Abrahão discursou sobre a retomada de investimentos pelo setor petrolífero.
Lembrou de que irão ocorrer eventos sobre o setor da indústria de petróleo neste ano.
Ocorrerá, segundo ele, alteração das regras do setor.
No Rio e em São Paulo, destacou a importância do Pré-Sal, como ativo de classe mundial, sendo riqueza do petróleo para sociedade brasileira.
Na indústria petrolífera, há, assim, projetos para investimentos.
Destaca também a importância da Indústria de São Paulo para outros players. Fala igualmente da Feira de Óleo & Gás que ocorrerá no Rio e da relevância de São Paulo neste evento.
Jorge Camargo, por sua vez, indica a necessidade de trazer a Petrobras de volta ao caminho. Traz do Rio de Janeiro 03 mensagens, de modo que a Indústria Petrolífera Brasileira sofre a maior transformação de sua história:
1) vivemos um momento de grandes transformações, tanto de perigo, como de grandes oportunidades;
2) há o novo protagonismo de São Paulo, sendo SP o 2o maior produtor de petróleo brasileiro, com um outro perfil, com grande oportunidade e com destaque para seu papel desempenhado no contexto;
3) no Rio de Janeiro, ocorrerá o Evento de Óleo & Gás, em setembro de 2018.
No Brasil, o trabalho do governo envolve “entulho regulatório”, que deve ser parcialmente removido. O volume de bônus exige o cumprimento de investimentos, o que, sem dúvida, é muito importante.
Há também a necessidade de retomada da indústria do petróleo para exploração/refino.
Destaca, assim, o setor de refino de Gás.
Trata-se, assim, de áreas estratégicas de grande transformação, por um mundo com menos carbono. Destaca também a importância do mercado norte-americano, com grandes oportunidades, bem como de relevância geopolítica.
Em seguida, atenta para a mudança por que passamos. São Paulo se trata de produtor com maior potencial de crescimento. SP exerce esse protagonismo sendo relevante para o contexto. Destaca, assim, para as refinarias e para o dinamismo industrial de SP.
O Rio de Janeiro, de fato, passa por momento difícil. SP pode ajudar, sendo importante para os vários players.
SP é, assim, realmente, importante para o Setor de Óleo & Gás.
Lembra, por outro lado, que passamos por uma transição energética. Indica o baixo carbono e as energias renováveis. Daí a importância da Feira que ocorrerá no RJ.
Afirma que haverá 10 operadoras de Petróleo na Feira/Congresso do RJ, de modo a retomar o setor do Petróleo.
Enfatiza, então, a necessária parceria entre SP e RJ no Setor de Óleo & Gás no futuro.
Lembra, por fim, que a concorrência é saudável mas que juntos podem ir mais longe.
Outro palestrante, na ocasião, destaca a importância não meramente comercial do evento.
Ressalta, assim, a importância de SP no cenário. E da Rio Óleo & Gás, sendo evento, na realidade, não só de RJ e SP, mas, principalmente, do mundo. Enfatiza, então, o evento que ocorrerá no Rio.
Destaca ainda que a Indústria se tornará mais competitiva para o Brasil. Lembra da relevância da Gestão do Conhecimento para a indústria se tornar competitiva. Trata-se, com razão, de novo momento, no qual será mudado o jogo da Petrobras.

Mauro Andrade, por seu turno, indica a importância da empresa norueguesa, StatOil, que deve figurar como irmã da Petrobrás. Lembra que a StatOil estará presente no evento de Óleo & Gás no Rio em 2018 e que se encontra no Brasil, desde 2001.
Afirma, assim, que a StatOil, no Brasil, firma parceria com a Petrobrás. Firma-se, então, em 03 pilares estratégicos, quais sejam: 1) segurança; 2) valor; e 3) redução de poluentes. Lembra que a empresa está em 35 países, com foco em 02 países: Estados Unidos e Brasil. Foca, então, áreas de exploração e de produção, que devem receber grandes investimentos. Além da diversidade de negócios, como a energia solar no Ceará.
A StatOil destaca, então, sua atuação no Campo de Carcará (ativo sem participação da Petrobrás), em Santos / SP. Importa assim o mercado fornecedor para desenvolvimento desse ativo. A área exploratória se trata, portanto, de relevante ativo para o Brasil.
Ressalta, a seguir, a relevância de grandes volumes de recursos no negócio em pauta. Lembra também que o Campo de Carcará tem produção de 2 bi de barris de Gás, com grande potencial, que traz efeitos positivos para SP, tais como Supply Chain, desenvolvimento da logística de SP, importante não só para Petrobras, como para outros atores também.
Em seguida, ressalta a importância do desenvolvimento da indústria de petróleo & gás para o Brasil.
Lembra também do grande número de players no mercado. Tal número, na realidade, não depende exclusivamente de mais campanhas de exploração, segundo o palestrante.
O palestrante, então, destaca 5 novos projetos, bem como a cadeia de bens/serviços no Brasil, além de o Brasil deter grande base industrial instalada, como não ocorre em lugar algum.
Hugo Repsold Júnior, por seu turno, destaca a virada da Petrobras. Hoje, afirma que há um ambiente de convergência e harmonização de interesses de vários atores. Destaca, então, a modernização e reorganização dos atores nos negócios.
Destaca também a Bacia de Santos com potencial extraordinário. Mas não só. Outras bacias também recebem investimentos.

Nesse cenário de interesses e motivações, há de fato a racionalidade. Esta racionalidade prevê grandes transformações, com perspectivas e processos para gerar valor, por meio de novas oportunidades.
A Petrobras, assim, trata-se de potencial transformador do Brasil, segundo o palestrante. Há de fato todos os atores e interesses que estarão presentes no evento do Rio Óleo & Gás.
Afirma que todos aqueles que participarem terão o que aprender. Com razão, será ambiente rico para investidores, para conversarem com expositores, de modo que dali surgirão negócios. Trata-se, com razão, de um futuro transformador da Indústria Petrolífera Brasileira.
A Rio Óleo & Gás trata-se, com efeito, conforme o expositor, de terreno com sementes férteis para prosperar, de modo que ocorrerá em setembro de 2018.
Jorge Camargo, novamente intervém no debate, e afirma que a indústria da Petrobras passa por transformação tecnológica.
Lembra que o Brasil possui o Pré-Sal e que São Paulo desenvolve inovações, como a tecnologia Offshore. Lembra também da Revolução Industrial 4.0, bem como da cultura local, provinciana de Rio e São Paulo.
Daí direciona para a retomada da indústria do Petróleo, com o desenvolvimento da indústria de hoje. Releva, assim, exportar para outros mercados, de modo que o Brasil possui grande oportunidade de importação, através de SP.
O principal diferencial seria a Bacia de Campos / RJ, onde se resolve problemas que não estariam no radar.
Finalmente, lembra de marco histórico com poços/sistemas e, de hoje, com unidades marítimas.
Para saber mais sobre o Setor Petrolífero, conheça a revista Petro & Química. Boa leitura!

Michele Balbine | O que podemos aprender com o Festemp 1o sem / 2018


Fiesp | Festemp. Foto: Michele Balbine

Nossa Colunista

Nossa querida colunista, ,Michele Balbine, cobre o evento em que também estive presente, no início de 2018 (1o. semestre). Participei de alguns desses painéis, e também de outros que ocorriam simultaneamente. Michele nos brinda com interessante cobertura dos eventos de que participou. Vale realmente a pena conferir! Os eventos foram fantásticos! Cada um dos expositores certamente trouxe alguma lição importe! Não deixe de conferir! Gostou? Curta, comente, compartilhe! Boa leitura!

Michele Balbine

Nos dias 6 e 7 de maio, o Fiesp da Avenida Paulista, 1313 recebeu um ótimo evento que foi imperdível a todos os empreendedores ou simpatizantes com o assunto que desejam empreender um dia.

No domingo dia 06, assisti uma parte da palestra “Empreendedorismo na Nova Era da Comunicação”, com a presença de Sergio Sacchi ( CEO da torcedores.com) , que ressaltou a importância da colaboração, principal base se sucesso para seu portal de notícias sobre futebol. Ao mesmo tempo que oferece oportunidade a quem gosta de futebol e ama escrever e aos jovens estudantes, e recém formados em jornalismo de colocar em prática seus talentos na escrita, totalizando atualmente 14 mil colaboradores cadastrados.

Conteúdo de qualidade e muitas oportunidades!

Atualmente há uma grande dificuldade para os recém formados em jornalismo para encontrar emprego em redações pela falta de experiência, mas o legal é que este portal que se tornou o maior veículo independente de esportes, possui cursos online de especialização para seus colaboradores, contribuindo para estes jovens adquirir experiência no portal, sendo que muitos deles que se destacaram já foram contratados como jornalistas.

Impacto das cidades inteligentes para seu negócio

Um outro painel interessante foi sobre o uso da IOT (internet das coisas) para aplicativos de mobilidade urbana, como o Busup, uma espécie de fretado inteligente para transporte de usuários até seu trabalho com rotas moldadas pelas localizações dos passageiros sendo os pacotes de serviços mensais.

Segunda com os Tubarões!

Os investidores do famoso programa de empreendedorismo “Shark Tank” estavam na tarde do dia 06 passando algumas dicas valiosas sobre como atingiram o sucesso e os principais diferenciais de sua empresas!

Duas que presenciei foi a palestra com o João Apppolinário, fundador da polishop e o segundo Calito Maia , dono na Chili Beans.

Alguns pontos importantes apontados por Appolinário é o  fato de sua empresa ter adotado o preceito de vender benefícios, não produtos!  Isso explica o enorme sucesso da fritadeira elétrica sem óleo ( que custa mais de R$ 1000 reais por sinal) e do Power Juicer que vendem a ideia de ser ferramentas para saúde, em vez de eletrodomésticos.

 Já Calito Maia, explicou que seus principais pilares de negócio é “vender histórias” sendo alguns exemplos os produtos que fazem homenagem a personalidades como Rita Lee e Beatles , sempre com o conceito de oferecer um produto com design de qualidade e com preço justo, sendo que a cada semana são lançados 10 novos modelos em cada loja ou quiosque.

Sem dúvida esses cases são inspiradores para qualquer tipo de negócio! Sendo que a dica em comum em cada um é que devemos estar sempre atentos às necessidades das pessoas para descobrir as oportunidades e oferecer soluções criativas e que façam a diferença

FESTEMP 2018 – FIESP |Comunicação e Marketing Pessoal – Beth Romero

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Foto por rawpixel.com em Pexels.com

Por Nicholas Merlone

Neste domingo ensolarado, 16 de setembro, tive a oportunidade de presenciar a mágica palestra de Elizabeth Romero sobre Comunicação e Marketing Pessoal e os cuidados com sua marca pessoal.

O evento próximo à Av. Paulista, onde pessoas de diversos tipos e tribos conviviam em harmonia. Onde o rock e o pop permaneciam ao lado da mpb e jazz. Onde artesanatos e livreiros marcavam a paisagem democrática da avenida. A avenida que troca de roupa aos finais de semana, diferente da loucura caótica organizada de durante à semana, com executivos e empresárias marcando o coração financeiro do País, quiçá da América Latina. A avenida Paulista por onde carroças circulam ao lado de Mercedes, pedintes idosos ou crianças ao lado de advogados e gestores. Onde ainda, nordestinos ao lado de paulistas.

Trago, assim, esse quadro que a palestra de Beth Romero me fez lembrar. Isso porque a palestrante ressaltou a necessidade a importância de dizer um simples “Bom dia!” para as pessoas, em um elevador ou que esbarramos nas ruas.

Beth frisou a importância de viver em harmonia. Em sintonia com o mundo, atentos à espiritualidade e saúde física.

Com um clima descontraído, estimulando a plateia a participar e interagir, expôs sua mensagem de forma leve e contagiante.

Explicou ainda a importância de cada um de nós. De que somos únicos! Singulares!

Na verdade, prefiro não dar muitos detalhes, porque é preciso assisti-la para compreender. É preciso vivenciá-la, de modo que me faltam palavras para descrever sua mágica palestra.

Recomendo Vivamente!

Fale com a Beth: bromero@sejogabeth.com.br

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