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Exame | A economia mundial balançou, mas evita um tombo maior no curto prazo. Os ventos de fora não devem nos atrapalhar no momento, mas é preciso aproveitar a janela de oportunidade para fazer a lição de casa porque eles não devem durar para sempre. (Saiba mais)

EL País |Desaceleração econômica global amplia fosso entre países ricos e pobres. FMI alerta sobre as perspectivas “sombrias” de convergência para cerca de 40 Estados pobres onde vive um em cada sete habitantes do planeta. (Saiba mais)

G1 | Mercado reduz estimativa de alta do PIB em 2019 e revê crescimento para 1,70%. É a nona semana consecutiva em que o mercado reduz previsão de crescimento da economia. Por outro lado, expectativa de inflação para este ano permaneceu estável em 4,01%. (Saiba mais)

Extra | Mercado melhora cenário para indústria em 2019 e Top-5 vê juros mais baixos em 2020. (Saiba mais)

EM | No Focus do BC, mercado projeta Selic mais alta apenas em junho de 2020. (Saiba mais)

Brasil 247 | Mercado reduz projeção para crescimento econômico pela 9ª vez consecutiva. (Saiba mais)

ISTO É | Índia acaba de abrir mercado para frango brasileiro, diz Tereza Cristina. (Saiba mais)

Canal Rural | Milho – saiba o que pode mexer com o mercado nesta semana. (Saiba mais)

 

Traders Club

TC Abertura – Após reunião Bolsonaro-Maia, mercado foca em reforma, conversas EUA-China

No fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se reuniram duas vezes, uma no sábado e a outra no domingo, para tratar de temas variados – sendo a tramitação da reforma da Previdência o assunto central. Os sinais foram mais positivos, especialmente vindos de Bolsonaro, que elogiou o parlamentar e tentou diminuir os ruídos sobre a relação entre os dois. Assim, em uma semana truncada pelo feriado de 1º de Maio, na quarta-feira, com manifestantes de sindicatos nas ruas e sem maior atividade relevante no Parlamento, o investidor espera que Maia ajude a acelerar amanhã a definição do calendário de tramitação da reforma na comissão especial da Câmara. Sem contratempos e ruídos, a pauta deve chegar ao plenário da Casa no final de julho. 

A disputa comercial entre os Estados Unidos e a China volta ao radar com mais um capítulo esta semana: a visita da delegação americana a Pequim para discutir os pontos mais álgidos da discussão, desde propriedade intelectual e uso do iuan como ferramenta de competitividade até regras mais flexíveis para investimentos diretos nas duas nações. No mercado, o otimismo quanto a um acordo é menos intenso do que era dois meses atrás e as bolsas e os ativos de risco devem reagir timidamente até surgir um sinal de acordo mais sólido das conversas. No final da tarde do feriado de quarta, o Federal Reserve anuncia sua decisão de juros e, na sexta-feira, os EUA publicam os dados do mercado de emprego privado do mês de abril – que devem trazer um pouco mais de volatilidade ao ambiente externo. 

Mercados Hoje – segundo contribuidores TC

As bolsas na Europa e na Ásia e os futuros dos índices americanos operavam em clima misto nesta segunda-feira, com leve queda na aversão ao risco, à espera de dados de produção industrial da China, de emprego nos Estados Unidos e da reunião de política monetária do Federal Reserve.

Bolsa: As bolsas asiáticas fecharam sem direção única, com a China recuando 0,77% e a Coreia do Sul avançando 0,22%, à espera dados de abril da indústria chinesa, a serem divulgados hoje à noite, pelo horário de Brasília. A semana será de baixa liquidez na região por conta de feriado de dez dias no Japão. Na Europa, as bolsas recuavam em bloco, seguindo notícias corporativas como a briga entre a diretoria e acionistas majoritários da alemã Bayer e a vitória do partido socialista nas eleições da Espanha. Nos EUA, os futuros dos índices operavam de lado, com leve tendência positiva, à espera da reunião do Fed, na quarta-feira, e de novos resultados corporativos.