Duas questões ganharam destaque neste primeiro ato da Rede Pela Democracia: ameaças à liberdade cátedra por meio dos discursos de “combate” à “ideologia de gênero” e “doutrinação marxista” – ambas inexistentes em qualquer nível da educação nacional – e a ampliação da militarização do Estado e as possíveis consequências destas duas políticas que se anunciam pelos próximos anos.

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